O Bayern München foi ao Santiago Bernabéu com a difícil, mas não impossível, missão de superar o Real Madrid.
Cristiano Ronaldo era o grande centro das atenções.
Na Alemanha, ele não teve um bom desempenho.
Jupp Heynckes, técnico do München, orientou seus jogadores a fazer o gol o mais rápido possível, para pressionar os merengues, e a não desperdiçar tantas oportunidades como ocorreu na Baviera.
Kimmich obedeceu a ordem e, logo aos 3 minutos, inaugurou o placar: 1 a 0 Bayern.
A reação madrilenha não demorou.
Marcelo, num cruzamento primoroso pela esquerda, serviu Karim Benzema, que só escorou para o gol.
Com a igualdade no marcador, mas a vantagem madridista no agregado (3 a 2), foi estabelecida uma batalha campal, na qual o Real tinha velocidade nos contra ataques e o Bayern estudava a situação e dominava de modo imperceptível, disposto a aniquilar.
Cristiano Ronaldo e Robert Lewandowski não apareceram.
Quem decidiu foi Benzema, a 1 minuto do segundo tempo, em uma falha grotesca do goleiro alemão, Ulreich, que, ao receber um recuo de bola, caiu para agarrar com as mãos e, ao se lembrar que não poderia fazer isso, deixou a bola passar, livre, para o atacante francês marcar o segundo gol dele no jogo.
O colombiano James Rodriguez tratou de garantir um fôlego a mais para o time alemão, ao empatar em 2 a 2, mas sem comemorar, aos 18 minutos.
Zidane, para garantir a classificação, colocou Gareth Bale e Casemiro.
Na reta final da partida, o Bayern foi só pressão.
O goleiro portoriquenho do Real Madrid, Keylor Navas, apareceu como o grande salvador merengue.
E Thomaz Müller perdeu excelente oportunidade aos 97 minutos, quando o árbitro turco Cuneyt Cakir, encerrou o clássico e garantiu os festejos no Benabéu.
Agora, é aguardar por Roma ou Liverpool, que se enfrentam amanhã na Itália, para saber quem será o rival em Kiev, na Ucrânia, dia 26 de maio, na grande final da Liga dos Campeões.
Se conquistar mais esta edição da Liga dos Campeões, o Real Madrid, de Cristiano Ronaldo, igualará o feito do Ajax, da Holanda, de Johan Cruyff, e o Bayern, de Franz Beckenbauer, que foram Tricampeões da mais importante competição de clubes na Europa.
O maior vencedor é o argentino Alfredo Di Stefano, Pentacampeão com o Real Madrid, de 1956 a 1960.
Será que o português alcança?
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