segunda-feira, 4 de junho de 2018
1962: Mantida a base, Seleção Brasileira fatura o Bicampeonato
Publicada por
Persio Presotto
1962 - País sede: Chile
Campeão: Brasil
Placar da Final: Brasil 3x1 Tchecoslováquia
O elenco campeão: Gilmar; Djalma Santos, Mauro, Zózimo e Nílton Santos; Zito e Didi; Garrincha, Vavá, Amarildo e Zagallo. Técnico: Aimoré Moreira.
Esta que é lembrada até hoje como a Copa do Mané Garrincha, foi uma das mais aventureiras, se é que se pode assim dizer.
O Brasil, entusiasmado pela conquista de 1958, na Suécia, e contagiado pela superstição de Paulo Machado de Carvalho - o Marechal da vitória - foi ao Chile com praticamente a mesma base do mundial anterior, com raras ausências.
A zaga foi alterada. Em 58 a dupla era composta por Bellini e Orlando. Já nesta nesta edição, os representantes foram Mauro e Zózimo. No ataque entrou Amarildo no lugar de Pelé, que foi condenado a não jogar mais, a partir do segundo jogo contra a Tchecoslováquia, por ter se contundido.
No mais, eram os mesmos.
Por não poder escalar Pelé, o Brasil teve de se organizar e contar com um "apoio extra". No jogo contra o Chile, nas semifinais, nossa seleção venceu a partida por 4 a 2, com 2 gols de Garrincha, o artilheiro brasileiro na Copa, que foi expulso de campo e ferido por torcedores, ao levar uma pedrada na cabeça.
Para a final, tivemos de aguardar por um efeito suspensivo capaz de liberar Garrincha. Este, meio que "caindo do céu", chegou a tempo.
Mas, evidentemente, que não foi graças ao tal efeito suspensivo que o Brasil conquistou a Copa. Como disse no início, o escrete canário não pôde contar com Pelé, mas, além de Garrincha, contava com Gilmar, Zito, Amarildo...
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