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As outras duas, Croácia e Bélgica, nunca sequer sonharam chegar tão longe em uma competição tão grandiosa.
Em relação aos belgas, essa "falta de confiança" no título era tão grande que, às vésperas do confronto com o Brasil, muitos dos periódicos deles davam conta de uma homenagem que seria feita, no retorno da equipe ao país, por ter ido tão longe na Copa.
O fato, agora, é que as quatro seleções citadas podem definir dois tipos de finais.
A primeira delas, apontada por este cronista como óbvia, entre França e Inglaterra.
França, com um elenco muito jovem, com média de idade de 25 anos, e craques do quilate de Mbappé, Griezmann, Kanté e Paul Pogba, diante de um English Team, que não fica entre os semifinalistas desde a Copa de 90, na Itália, e tem em Harry Kane a artilharia do mundial, com 6 gols.
O segundo cenário possível para a grande final, dia 15, é referente ao momento vivido no futebol mundial, no qual os ingleses reaparecem como potência.
Para melhor entender, basta acompanharmos a temporada da Premier League, em que há muitos dos jogadores considerados titulares na Bélgica e, claro, na seleção inglesa.
Na Bélgica: Fellaini e Romelu Lukaku, vice-artilheiro da Copa, defendem o Manchester United; Kompany e Kevin De Bruyne, o Manchester City; Courtois e Eden Hazard, o Chelsea, e por aí vai.
Na Inglaterra: Ashley Young e Lingard são do Manchester United; Stones, Walker e Sterling, do Manchester City; Dele Alli e Harry Kane, do Totthenham.
Na Croácia, o representante inglês é o zagueiro Lovren, do Liverpool, e, para encerrar, na França, Paul Pogba, do Manchester United, e Kanté, do Chelsea.
Como se vê, o futebol desta Copa e da Era moderna deixou de ser algo para inglês ver, mas, sim, para inglês jogar e, quem sabe, erguer a taça pela segunda vez!
Na Bélgica: Fellaini e Romelu Lukaku, vice-artilheiro da Copa, defendem o Manchester United; Kompany e Kevin De Bruyne, o Manchester City; Courtois e Eden Hazard, o Chelsea, e por aí vai.
Na Inglaterra: Ashley Young e Lingard são do Manchester United; Stones, Walker e Sterling, do Manchester City; Dele Alli e Harry Kane, do Totthenham.
Na Croácia, o representante inglês é o zagueiro Lovren, do Liverpool, e, para encerrar, na França, Paul Pogba, do Manchester United, e Kanté, do Chelsea.
Como se vê, o futebol desta Copa e da Era moderna deixou de ser algo para inglês ver, mas, sim, para inglês jogar e, quem sabe, erguer a taça pela segunda vez!

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