sábado, 18 de agosto de 2018

Dúvidas que viraram certezas

Amazonas Atual / Brasília de Fato
Antes, quando os nomes de Luiz Felipe Scolari e Cuca eram sondados como opções para Palmeiras e Santos, respectivamente, um imenso ponto de interrogação ilustrava uma incerteza que acompanhava muitos dos torcedores e alguns dirigentes.

A missão de Felipão é a de substituir Roger Machado, que não teve resultados ditos vexatória, mas viu ser constituído um fantasma de nome Corinthians, que sempre o supera em etapas decisivas, e não deu conta de reger a batalha dos egos, devido ao grande número de bons jogadores que o alviverde possui.

Cuca, por sua vez, tem a responsabilidade de ocupar o lugar deixado por Jair Ventura, que saiu de modo precipitado do Botafogo e assumiu o Santos, sem que ele impusesse um esquema de jogo, definisse um jogador que ficasse responsável pela armação no meio de campo e não tinha um definidor nato, um típico matador.

As dúvidas em relação a Felipão eram a respeito de uma memória não muito saudosa, na Copa do Mundo de 2014, quando a Seleção Brasileira foi goleada, no Mineirão, pela Alemanha, por 7 a 1.

Quanto a Cuca, o questionamento maior foi sobre o período de férias que teve. Ele ficou longe do dia a dia de um time de futebol desde o início deste ano até o final da Copa do Mundo: 7 meses.

Nada contra o descanso, mas, quanto maior o tempo distante, mais difícil fica para que haja uma readaptação e o contato com novidades inesperadas, que exigem um tempo maior até que se torne algo normal no cotidiano.

O Palmeiras, desde a chegada de Scolari, acumula 6 jogos, entre o Brasileiro, Copa do Brasil e a Libertadores. São 4 vitórias, 2 empates, com 7 gols marcados e nenhum sofrido.

Situação confortável, que dá credibilidade. Ele tem o elenco na mão.

Já o Santos, soma 2 vitórias, 2 empates e duas derrotas, com 7 gols anotados e 6 sofridos.

Apesar dos números não serem tão positivos, há de se levar em conta que o Peixe voltou a ter um plano tático definido e que o elenco está homogêneo, de modo a jogar para o time, ao invés de apostar em individualidades vazias.

Dito isto, não há como deixar de reconhecer que as ditas contratações duvidosas, iniciaram muito bem, para o sossego do torcedor, cansado de sofrer.

Nenhum comentário:

Postar um comentário