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| Arte: Toque de classe |
Na badalada Champions League, o Barcelona atropelou o PSV Eindhoven, da Holanda, por 4 a 0, no Camp Nou, com direito a três gols de Lionel Messi.
Já a poderosa Juventus, foi à Espanha, encarar o Valência, no Mestalla, venceu por 2 a 0, mas teve Cristiano Ronaldo expulso de campo, aos 29 minutos.
Das 16 partidas realizadas, no entanto, três tiveram um ar de clássico mundial.
O Liverpool, de Salah, venceu o PSG, com Neymar, por 3 a 2, no Anfield Road; o Manchester City, também na Inglaterra, perdeu para o Lyon, da França, por 2 a 1; e o Real Madrid, no Santiago Bernabéu, goleou a Roma, por 3 a 0.
☆☆☆
Pela Libertadores, houve três partidas com brasileiros envolvidos e um clássico argentino.
Grêmio e Palmeiras venceram, respectivamente, o Atlético Tucumán, da Argentina, e o Colo Colo, do Chile, por 2 a 0.
Com o mesmo placar, o Boca Júniors superou o Cruzeiro, na La Bombonera.
Independiente e River Plate ficaram no 0 a 0.
Destes, ouso dizer que Grêmio, Palmeiras e Boca estão com um pé nas semifinais.
E mais: aconteça o que acontecer no que diz respeito à injusta expulsão de Dedé, vale salientar que o Boca venceu por 2 a 0, na bola.
O resultado em si não sofreu interferência direta pelo erro do paraguaio Eber Aquino, que exibiu o cartão vermelho sem que houvesse necessidade.
O Cruzeiro e até a CBF cobrou um posicionamento da Conmebol a respeito.
Se o Coronel Nunes prefere apoiar a candidatura de Marrocos para sediar a Copa de 2026, ao invés dos Estados Unidos, México e Canadá, os clubes brasileiros não devem ser castigados por isso.
Até porquê, o Coronel foi eleito às pressas, por Marco Polo Del Nero, que, ano que vem, terá outro aliado no poder, eleito por ser candidato único: Rogério Caboclo.
O futebol brasileiro, de tanta história, genialidade e títulos conquistados pelo mundo, não tem o porquê ficar com o pires na mão, como um menor abandonado, sem eira nem beira e refém da cartolagem.
É muita humilhação!

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