sexta-feira, 21 de setembro de 2018

Semana de fortes emoções na Liga dos Campeões e Libertadores

Arte: Toque de classe
Esta semana foi de fortes emoções e fatos surpreendentes na abertura da fase de grupos da Liga dos Campeões e na primeira rodada das Quartas-de-Final da Libertadores.

Na badalada Champions League, o Barcelona atropelou o PSV Eindhoven, da Holanda, por 4 a 0, no Camp Nou, com direito a três gols de Lionel Messi.

Já a poderosa Juventus, foi à Espanha, encarar o Valência, no Mestalla, venceu por 2 a 0, mas teve Cristiano Ronaldo expulso de campo, aos 29 minutos.

Das 16 partidas realizadas, no entanto, três tiveram um ar de clássico mundial.

O Liverpool, de Salah, venceu o PSG, com Neymar, por 3 a 2, no Anfield Road; o Manchester City, também na Inglaterra, perdeu para o Lyon, da França, por 2  a 1; e o Real Madrid, no Santiago Bernabéu, goleou a Roma, por 3 a 0.

☆☆☆

Pela Libertadores, houve três partidas com brasileiros envolvidos e um clássico argentino.

Grêmio e Palmeiras venceram, respectivamente, o Atlético Tucumán, da Argentina, e o Colo Colo, do Chile, por 2 a 0.

Com o mesmo placar, o Boca Júniors superou o Cruzeiro, na La Bombonera.

Independiente e River Plate ficaram no 0 a 0.

Destes, ouso dizer que Grêmio, Palmeiras e Boca estão com um pé nas semifinais.

E mais: aconteça o que acontecer no que diz respeito à injusta expulsão de Dedé, vale salientar que o Boca venceu por 2 a 0, na bola.

O resultado em si não sofreu interferência direta pelo erro do paraguaio Eber Aquino, que exibiu o cartão vermelho sem que houvesse necessidade.

O Cruzeiro e até a CBF cobrou um posicionamento da Conmebol a respeito.

Se o Coronel Nunes prefere apoiar a candidatura de Marrocos para sediar a Copa de 2026, ao invés dos Estados Unidos, México e Canadá, os clubes brasileiros não devem ser castigados por isso.

Até porquê, o Coronel foi eleito às pressas, por Marco Polo Del Nero, que, ano que vem, terá outro aliado no poder, eleito por ser candidato único: Rogério Caboclo.

O futebol brasileiro, de tanta história, genialidade e títulos conquistados pelo mundo, não tem o porquê ficar com o pires na mão, como um menor abandonado, sem eira nem beira e refém da cartolagem.

É muita humilhação!

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