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| Nelson Almeida - AFP |
Tirar uma vantagem de 2 gols, diante de um time que já ergueu a taça da competição em 6 oportunidades nunca foi ou será fácil.
Entretanto, é necessário ter mais atenção, mais cuidado.
O Boca, no conjunto da obra, foi aquela equipe bem montada, que aguardava o Palmeiras e aproveitava o contra ataque para liquidar com toda e qualquer esperança dos jogadores e da torcida alviverde.
Na base da emoção, com empolgação, os palestrinos foram com tudo ao ataque, na ânsia de resolver a situação o mais rápido possível.
O gol anulado de Bruno Henrique, com auxílio do VAR, por Deyverson estar em impedimento, desnorteou um pouco a equipe, que deu espaço ao time xeneize, que não desperdiçou a chance de sair na frente, ainda no primeiro tempo, com Ramon Ábila, ex-jogador do Cruzeiro.
No segundo tempo, com os gols dos zagueiros Luan e Gustavo Gómez, o Palmeiras impôs os 2 a 1 e permitiu que o mais otimista pensasse na classificação, com inéditos 4 a 1.
Foi quando Gustavo Schelotto colocou Darío Benedetto em campo.
A bola chegou aos pés dele e ele, mais uma vez fez.
Foi o terceiro gol dele na Libertadores, o terceiro contra o Palmeiras, que voltava a viver um drama com o empate de 2 a 2.
Com a igualdade estabelecida, o Palmeiras continuou a pressionar, mas esbarrava na falha na hora de concluir ao gol.
Com o final da partida, foi definida a final da Libertadores entre clubes argentinos: Boca Júniors e River Plate.
De acordo com o Diário Olé, da Argentina, cogita-se a possibilidade que as partidas finais, ao invés de serem disputadas no meio de semana, aconteçam em dois sábados.
A Conmebol que se manifeste.
Quanto ao Palmeiras, o que sobrou foi o Brasileiro.
Será que ganhará?

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