![]() |
| Globoesporte.com |
O resultado mais coerente, ao meu ver, seria o de uma vitória alvinegra, se levarmos em conta que houve um pênalti não dado, um gol não considerado, que ultrapassou a linha fatal, mesmo com a tentativa de defesa do goleiro Jean, e Araos foi expulso ainda no primeiro tempo, de modo a permitir um confronto de 11 a 10 a favor dos são-paulinos.
Quando Ralf fez o gol do Corinthians, aos 72 minutos, a situação pareceu aceitável.
Nenê, num verdadeiro achado, empatou aos 81.
No início do ano, o Diretor de Futebol do São Paulo, Raí, iniciou a gestão com Dorival Júnior como técnico.
Não demorou muito, Dorival foi mandado embora. Para o lugar dele o Tricolor trouxe o uruguaio Diego Aguirre, procurado por Diego Lugano.
A proposta, desde o início dos trabalhos da nova Diretoria, era o de fazer com que o São Paulo garantisse a vaga para a Libertadores de 2019.
Aguirre fez o São Paulo chegar à liderança, coisa que não acontecia há mais de 3 anos.
Depois disso, oscilou como outras equipes que também chegaram lá, mas permaneceu no G6, apesar da vitória do Grêmio, hoje, em Porto Alegre, diante do Vasco. Resultado que o fez "cair" da 4a. posição - que o garante na fase de grupos da Libertadores - para a 5a. - que o faz disputar a repescagem.
Faltam 5 rodadas para o encerramento do Brasileiro.
Até lá, a equipe Tricolor enfrentará Grêmio e Cruzeiro em casa, o Vasco fora, Sport em casa e a Chapecoense fora.
Há, portanto, condições matemáticas para ficar entre os quatro primeiros e não correr o risco de ficar de fora da Libertadores.
Raí assumiu a responsabilidade da demissão de Aguirre.
Medida precipitada.
Podia esperar o término do Brasileiro, afinal, por mais que haja um jejum de títulos no Morumbi, ninguém ia condenar Aguirre ou a Diretoria por passar em branco esta temporada.
A renovação é o mais importante.
Mas, quando tudo parecia caminhar, voltou a estaca zero.
Mais uma vez!

Nenhum comentário:
Postar um comentário