![]() |
| Divulgação |
A famosa caixa de bombons argentina estava abarrotada, sem espaços vazios, com uma torcida enlouquecida, que pulava, cantava e agitava bandeiras.
Quando a bola rolou, tivemos a oportunidade de acompanhar, de fato, um Superclássico, com equipes, de início respeitosas, mas que, aos poucos se soltavam, com um futebol ofensivo, com fome de gol.
O Boca, a princípio, foi mais ao ataque.
Mas, não demorou muito, o River também mostrou ousadia, disposição para incomodar o time e a torcida xeneize.
A situação ficou ainda mais incômoda ao Boca com a saída de Pavón, por contusão.
Mas isso logo foi superado, ao ser notado uma movimentação no banco de reservas.
![]() |
| Divulgação |
Sim, Darío Benedetto - e não Benedito Valadares, ex-Governador de Minas Gerais, na Era Vargas - entrou em campo.
Aos 34 minutos, Ramón Ábila (ex-Cruzeiro), faz 1 a 0, para o delírio da Bombonera, que explode em festa.
Um minuto depois, Lucas Pratto (ex-Atlético-MG), deixou tudo igual.
Nos acréscimos, ainda no primeiro tempo, ele, Benedetto estabeleceu a vitória boquense por 2 a 1.
Na etapa final, o equilíbrio prevaleceu.
Não houve e nem há um favorito para erguer a taça, no Monumental de Nuñez, dia 24 de novembro.
Prova disso foi o gol contra de Izquerdoz, em jogada dividida no alto com Lucas Pratto.
O placar de 2 a 2 foi justo.
A arbitragem do chileno Roberto Tobar foi tranquila.
Houve uma pequena confusão no primeiro tempo, mas logo foi contornada.
Para o dia 24, por tudo o que já foi dito, a expectativa é de um novo e Belo Superclássico, com gols, rivalidade, determinação e, claro, um só campeão!


Nenhum comentário:
Postar um comentário