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Se analisarmos os grandes times, os que marcaram época, 100% deles tinham um cuidado especial com a bola. Tratavam-na com carinho, sem chutão, sem querer se livrar dela como se fora uma vilã da pior espécie.
Exemplos?
Temos a Seleção Brasileira de 1970, campeã da Copa, no México, com um meio de campo e ataque formado por camisas 10, como Gerson (São Paulo), Rivelino (Corinthians), Jairzinho (Botafogo), Tostão (Cruzeiro) e o Rei Pelé (Santos);
A Seleção de 82, que foi à Espanha, com Zico, Toninho Cerezzo, Sócrates, Falcão, Casagrande e só não trouxe a taça na mala por Paolo Rossi, da Itália, não permitir, na "tragédia do Sarriá";
O São Paulo, de 92, com Zetti, Cafú, Palhinha, Müller e Raí, que repetiu o feito do Santos de Pelé, e conquistou a Libertadores e o mundo por duas vezes consecutivas;
O Palmeiras, da década de 90, com Amaral, Cesar Sampaio, Evair e Edmundo, que rivalizava à altura com o Tricolor do Morumbi e não permitia que o Corinthians alcançasse algum êxito;
O Palmeiras, da década de 90, com Amaral, Cesar Sampaio, Evair e Edmundo, que rivalizava à altura com o Tricolor do Morumbi e não permitia que o Corinthians alcançasse algum êxito;
Na Itália, teve o chamado "Esquadrão imortal", do Milan, de 2002 a 2005, com Dida, Cafú, Seedorf, Kaká, Pirlo, Shevchenko, Maldini.
Enfim, a lista é imensa.
Não podemos esquecer do Carrossel holandês, de Cruyff; da Alemanha, de Beckenbauer; do Real Madrid, de Cristiano Ronaldo e Zidane e do Barcelona, Bayern München e Manchester City, de Pep Guardiola.
No último domingo, durante o Derby de Manchester, entre City e United, no Etihad Stadium, os Citizens mostraram ao mundo o porquê são os melhores na Inglaterra.
O terceiro gol, na vitória por 3 a 1, marcado por Gundogan, foi registrado após a troca de 45 passes em exatos 1m55s. Algo espetacular, sensacional, que não se vê com frequência nos dias de hoje, nem no Brasil, para nossa tristeza.
Precisamos e queremos isso: um futebol veloz, com precisão, objetividade, respeito a quem o joga e o assiste!
Será que conseguimos?
Difícil!
A atual temporada do futebol brasileiro está precária, com um índice muito alto de rejeição, devido à baixa qualidade e o calendário desorganizado e incoerente.
Que tenhamos boas mudanças para 2019!
Enfim, a lista é imensa.
Não podemos esquecer do Carrossel holandês, de Cruyff; da Alemanha, de Beckenbauer; do Real Madrid, de Cristiano Ronaldo e Zidane e do Barcelona, Bayern München e Manchester City, de Pep Guardiola.
No último domingo, durante o Derby de Manchester, entre City e United, no Etihad Stadium, os Citizens mostraram ao mundo o porquê são os melhores na Inglaterra.
O terceiro gol, na vitória por 3 a 1, marcado por Gundogan, foi registrado após a troca de 45 passes em exatos 1m55s. Algo espetacular, sensacional, que não se vê com frequência nos dias de hoje, nem no Brasil, para nossa tristeza.
Precisamos e queremos isso: um futebol veloz, com precisão, objetividade, respeito a quem o joga e o assiste!
Será que conseguimos?
Difícil!
A atual temporada do futebol brasileiro está precária, com um índice muito alto de rejeição, devido à baixa qualidade e o calendário desorganizado e incoerente.
Que tenhamos boas mudanças para 2019!

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