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Episódios como o ocorrido no dia 24 de novembro, em Buenos Aires, quando integrantes dos barra bravas do River Plate jogaram pedras e garrafas no ônibus do Boca Júniors, momentos antes do jogo de volta, o decisivo da final da Libertadores, no Monumental de Nuñez, são cada vez mais frequentes.
Infelizmente, esse tipo de vandalismo não é algo característico ou pertencente a um só país, Estado, cidade ou bairro. Na Europa também houve e há fatos do tipo. Os Hoolygans, na Inglaterra, e a confusão na partida entre AEK Athens, da Grécia, e Ajax, da Holanda, pela fase de grupos da Liga dos Campeões, não deixam mentir.
Para evitar esse tipo de situação, o Governo e entidade responsável pelo Campeonato Argentino assinaram um convênio que permitirá a identificação do torcedor que estiver no estádio, a partir de um Passaporte, que será adotado em meados de 2019.
Muito já foi falado e discutido sobre o assunto, aqui, no Brasil, mas nenhuma medida foi tomada ou levada adiante.
O torcedor que vai ao estádio, além das dificuldades costumeiras, como as faltas de transporte, estacionamento, boa alimentação, banheiros limpos, também convive permanentemente com a inexistência de segurança.
Serviço este que é de responsabilidade de quem organiza o evento esportivo, com a parceria do Estado e da Prefeitura, que têm o dever de proteger a população.
O grande problema é que, quando ocorre o problema, é iniciado um jogo de empurra, no qual ninguém quer ter a batata quente na mão. Porém, quando são conhecidos os culpados, candidatos não faltam para aparecerem nas capas dos jornais, como herois nacionais!
Literalmente, uma vergonha sem tamanho!

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