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| Esporte Executivo |
Para ilustrar esta situação, basta citarmos como exemplo os jogos da Pré-Libertadores, entre Talleres x São Paulo, Danúbio x Atlético Mineiro.
Caso o Tricolor paulista se classifique à fase de grupos, haverá um novo desafio: o atual campeão, River Plate, que terá outro brasileiro pela frente: o Internacional, no Grupo A.
Em relação ao time de Córdoba, o São Paulo registrará os primeiros encontros na história. Quanto ao River, há uma vantagem da equipe paulista: 4 vitórias, 1 empate e 1 derrota.
Já Internacional e River Plate, que nunca se enfrentaram, será marcado pelo reencontro de D'Alessandro com o clube argentino, que o revelou para o futebol.
No Grupo B, o Cruzeiro terá pela frente o Huracán, time que já o enfrentou na Libertadores de 2015, empatou sem gols no Mineirão e venceu, em Buenos Aires, por 3 a 1, com gols de Ramón Ábila (2) e Mancinelli; Leandro Damião.
Pelos Grupos F e G, as atrações são os embates inéditos entre Palmeiras x San Lorenzo, Athlético-PR x Boca Júniors.
Quanto ao Grêmio, campeão da Libertadores em 2017, jogará com o Rosário Central, que o enfrentou em 2016 e venceu nas duas vezes: 3 a 0 e 0 a 1.
Nos confrontos entre brasileiros e uruguaios, a história não é muito diferente.
O Flamengo, por exemplo, no Grupo D, terá como desafiante o Peñarol, que, também pela Libertadores, levou a melhor em 1982, ao vencer o Rubronegro por 1 a 0 em dois jogos.
O Galo Mineiro, por sua vez, caso supere o Danúbio, travará outro duelo inédito, diante do copeiro Nacional.
Não está fácil pra ninguém, nem na Libertadores, muito menos na Sul-Americana.
Ou alguém se atreve a dizer que Racing Club e Corinthians será algo fácil?


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