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| Gazeta do Povo |
Antes do jogo, faixas do Atlético Paranaense, com os dizeres de campeão da Sul-Americana, eram vendidas por R$15,00.
Dentro da Arena da Baixada, 40.263 torcedores tomaram conta das arquibancadas, para registrar o maior público da história do clube, em seus 94 anos de existência.
Quando a bola rolou o Atlético Paranaense partiu para cima e tentou fazer o gol o mais breve possível.
O Júnior Barranquilla, por sua vez, procurou se fechar, conter o ímpeto dos donos da casa.
A Arena da Baixada veio abaixo, aos 27 minutos, com o gol de Pablo, artilheiro da Sul-Americana com 5 gols, após combinação de passes com Raphael Veiga.
Com o cenário descrito até então, além da vitória parcial de 1 a 0 (2 a 1 no agregado), tudo apontava para uma conquista brasileira, no tempo regulamentar, sem a necessidade de prorrogação ou pênaltis.
Foi aí que o time colombiano despertou para o jogo, empatou, aos 58, com Teo Gutiérrez, e teve outras duas oportunidades claras de liquidar a fatura, com o estádio em um assombroso silêncio.
Na prorrogação, mais fortes emoções: o goleiro Santos comete pênalti desnecessário.
Barrera, para o alívio dos mais de 40 mil, manda para fora.
Ufa!!!
Pensa que acabou?
A decisão foi para as penalidades máximas.
E deu Furacão, por 4 a 3!
Jonathan, Raphael Veiga, Bergson e Thiago Heleno foram os herois do primeiro título internacional do clube paranaense.
Duplo Ufa!!!

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