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| Arte: Toque de classe |
Hoje, no Stamford Bridge, no clássico londrino entre Chelsea e Tottenham, a situação não foi tão fácil assim. Isso porque em Wembley, os Spurs venceram por 1 a 0, gol de Harry Kane.
Para conquistar a classificação à final, os Blues precisavam vencer por uma diferença de dois gols. Caso saíssem vitoriosos com vantagem de apenas um gol, ocorreria - como, de fato, aconteceu - a decisão por pênaltis. O empate daria a vaga ao time de Mauricio Pochettino.
Vale lembrar que os Spurs não contaram para o duelo desta tarde com dois grandes nomes: Harry Kane, que está contundido e voltará aos gramados somente no início de março; e o sul-coreano Son, com a seleção na Copa Asiática.
O Chelsea, por sua vez, teve um reforço e tanto: Eden Hazard, que atuou em Wembley como um falso 9, de costas para o gol, voltou à sua posição de origem, na articulação, como o cérebro da equipe, mesmo com algumas críticas feitas pelo técnico italiano, Maurizio Sarri, que apontou certa limitação no desempenho do craque belga.
O placar nos 90 minutos foi o de 2 a 1 no Stamford Bridge, gols de Kanté, que tem desencantado nos últimos jogos em que atuou, e Hazard, para os Blues. O gol do Tottenham, aos 50 minutos, foi do espanhol Fernando Llorente.
Nas penalidades, deu Chelsea, por 4 a 2, com participação decisiva dos brasileiros Lucas Moura, que teve sua cobrança defendida por Kepa, e David Luiz, que fez o gol da classificação.
Agora, é pensar no Manchester City, de Pep Guardiola, atual campeão da Copa da Liga Inglesa, que, no histórico dos últimos cinco confrontos com os Blues, têm a vantagem de três vitórias contra duas.

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