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Os Gunners dominaram as ações em grande parte do primeiro tempo, quando estabeleceu o placar do confronto em 2 a 0, com gols de Lacazette, aos 14 minutos, e Kolscielny, aos 39, num lance diferenciado em que mandou a bola de ombro para a rede.
Os Azuis, ao contrário, não conseguiram fazer a bola rolar com a precisão e agilidade ofensiva que lhes são peculiares.
Eden Hazard, o camisa 10 que costuma a ser o cérebro ofensivo da equipe, não apareceu tanto, pois teve de atuar numa nova posição, de costas para a zaga adversária, como um falso 9.
Para ter ideia, uma das poucas oportunidades em que o Chelsea teve a chance de fazer gol, foi aos 45 minutos, com Marcos Alonso, que, de cabeça, mandou no pé da trave do goleiro Leno.
Na etapa final, a equipe do italiano Maurizio Sarri parecia mais disposta a dar o troco no Arsenal, ao sufocar o rival no próprio campo, como num trabalhado e estudado ataque de handebol.
Em contrapartida, o Arsenal passou a ter o contra-ataque ao seu favor e, com isso, obrigou o bom posicionamento e reflexo do goleiro Kepa, que evitou um placar ainda maior no clássico de Londres.
Com os 2 a 0 de hoje, os Gunners chegaram aos 44 pontos e, ao lado do Manchester United, pressionam os Azuis, na 4a. colocação, com 47.
Liverpool e Manchester City, um pouco mais à frente, travam um duelo à parte, pela Premier League.
Os comandados de Jürgen Klopp, hoje, suaram a camisa para vencer o Crystal Palace, no Anfield Road, por 4 a 3 e chegarem aos 60 pontos.
Amanhã, os protegidos de Pep Guardiola, na vice-liderança, com 53 pontos, encaram, fora de casa, o lanterna Huddersfield, que contará com Mark Hudson como técnico interino, uma vez que David Wagner foi demitido após o empate sem gols com o Cardiff City, em Gales.

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