segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Sobre os clássicos no RJ, em MG e em SP

Jornal de Brasília
Três importantes clássicos foram disputados neste final de semana de Estaduais.

No Rio de Janeiro, o Flamengo, de Abel Braga, superou o Botafogo, no Nilton Santos, com pouco mais de 6 mil testemunhas que viram a estreia de Bruno Henrique, autor dos dois gols, na virada do Rubronegro.

Em Belo Horizonte, no Mineirão, Cruzeiro e Atlético Mineiro protagonizaram um duelo em meio à tragédia que ocorreu em Brumadinho, decorrente das quedas das barragens.

O placar de 1 a 1 não descreveu a realidade do jogo que teve um pênalti e uma expulsão para cada lado, além da inesperada substituição do árbitro, que saiu lesionado.

Logo no início, Thiago Neves obrigou o goleiro Victor a fazer uma difícil defesa, após cabeceio certeiro.

O pênalti para o Cruzeiro, convertido por Fred, foi inexistente.

Pouco antes do Galo empatar, com Fábio Santos, o Cruzeiro quase ampliou, ao carimbar a trave com Rafinha.

Já no Pacaembu, o Santos, de Jorge Sampaoli, mostrou que, mesmo sem muito investir, é possível realizar bons trabalhos.

Quem viu o Peixe na temporada passada e o vê hoje, enxerga um time, com jogadores que não perdem tempo e querem, de fato, o melhor para o clube.

Quanto ao São Paulo, André Jardine volta a ser questionado, mesmo que em início de temporada e sem tempo hábil de preparo, com a "desculpa" que, na semana que vem haverá o duelo com o Talleres, da Argentina, pela Libertadores, em Córdoba.

Há quem ainda ilustre o mal momento da equipe Tricolor, que, nos últimos anos, venceu 6 clássicos apenas e perdeu 28.

Hernanes não foi escalado por "defasagem física".

Jardine assumiu a equipe, quando faltavam cinco rodadas para encerrar o Campeonato Brasileiro de 2018, devido à demissão de Diego Aguirre.

Foi efetivado precocemente. No início deste ano, comandou o time na Flórida Cup e teve um bom começo no Paulistinha, ao golear o Mirassol, por 4 a 1, e o Novorizontino, por 3 a 0.

O momento de reclamar, cobrar uma postura diferenciada, foi lá atrás.

Agora, só nos resta parodiar Zagallo: o São Paulo e quem critica Jardine, que o engula.

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