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Como alguém que organiza e apresenta um histórico de fatos recentes, Rossi cita a queda das barragens em Brumadinho, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, os problemas arquitetônicos nos viadutos em São Paulo e as memórias consumidas pelo fogo, no Museu Nacional, do Rio de Janeiro.
Ao deparar com essas trágicas lembranças, recordei de mais duas: a motorista de ônibus, que morreu esmagada, pela queda de um viaduto na avenida Pedro I, em Belo Horizonte, e a queda das barragens, também em Minas, na cidade de Mariana.
Não é de hoje que o brasileiro tem a "cultura" de se dedicar a saber do 'hoje' e dar as costas para o que ocorreu ontem. Políticos, artistas, o mercado publicitário se agitam, criam campanhas, mobilizam céus e mares. Lembra do 'vem pra rua você também'?
Dou o prazo de um mês, no máximo dois, para que a queda das barragens caia no esquecimento das grandes mídias, que alimentam a população mundial, devido ao uso exacerbado da internet em uma gama de redes sociais.
É em razão desse 'Alzheimer cotidiano', devido a um bombardeio regado a informações fidedignas, mas também com fake-news, que as soluções dos problemas não são mais discutidas e os culpados permanecem distantes de qualquer julgamento.
Por falar nisso: Alguém lembra de Marielle Franco?

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