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| Diadema News |
Segundo o Coordenador, em entrevista coletiva, ele não exercerá a função de técnico, em caso de uma desistência da Diretoria na manutenção de André Jardine, apontado por Raí como membro de uma 'comissão permanente, após a demissão do uruguaio Diego Aguirre.
Mancini ficará no lugar de Ricardo Rocha, e com um diferencial: padronizar o esquema tático adotado por Jardine nas mais diversas categorias do clube, para que quando houver a transição de uma para outra, o jogador não sofra para se adaptar.
Ele terá também a responsabilidade de fazer um meio de campo, ao sugerir e buscar nomes que fortaleçam o São Paulo, ao longo da temporada que está por começar.
Sobre um possível acerto de Nenê com o Fluminense, Mancini saiu pela tangente e não quis causar polêmicas logo de cara: "Certamente, hoje o vejo como uma peça fundamental. Lógico que vamos sentar e analisar tudo aquilo que surgir em termos de interesse de outras equipes".
Nenê, de fato, é importante, decisivo para o Tricolor do Morumbi. Precisa, apenas, mudar a atitude. Não dá para atuar como no ano passado, como uma estrela que não aceita fixar no banco e criar desconforto para o time e com o técnico.
Este será um ano diferente, de Libertadores, competição que mexe, e muito, com o torcedor são-paulino.
Ao lado dele, Nenê terá Diego Souza, que também é importante para o esquema de jogo, e o recém-contrado e ídolo do clube, Hernanes.
Por tudo o que já fez e representa, Hernanes, que já está com o grupo em Orlando, tem tudo para ser o capitão Tricolor.
Nenê, ao contrário, deve se espelhar e fazer o que sabe: jogar bola.

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