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quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019

São Paulo perde, e se complica, na Argentina

Globoesporte.com
O São Paulo, de André Jardine, foi à Córdoba, na Argentina, encarar o Talleres, pela pré-Libertadores, e perdeu, por 2 a 0.

Resultado péssimo para o Tricolor paulista, que terá de superar a equipe argentina por três gols de diferença, no Morumbi, para se classificar à terceira etapa, antes da fase de grupos.

sábado, 5 de janeiro de 2019

Peça fundamental

Diadema News
Concentrado em Orlando, nos Estados Unidos, para mais uma edição da Flórida Cup, o São Paulo apresenta Vagner Mancini como novo Coordenador Técnico da equipe.

Segundo o Coordenador, em entrevista coletiva, ele não exercerá a função de técnico, em caso de uma desistência da Diretoria na manutenção de André Jardine, apontado por Raí como membro de uma 'comissão permanente, após a demissão do uruguaio Diego Aguirre.

terça-feira, 12 de junho de 2018

1994: O tetra mais sem graça em toda história


1994 - País sede: Estados Unidos
Campeão: Brasil
Placar da Final: Brasil (3)0x0(2) Itália ( ) = decisão por penalidades.

O elenco campeão: Taffarel; Jorginho (Cafu), Aldair, Márcio Santos e Branco; Mauro Silva, Dunga, Mazinho e Zinho (Viola); Bebeto e Romário. Técnico: Carlos Alberto Parreira.

Sem muitos craques compondo o elenco da Seleção Brasileira, tornamo-nos dependentes do futebol de Romário para sermos, depois de 24 anos, campeões do mundo, nos Estados Unidos.

Esta certamente foi uma das Copas em que tivemos de viver fortíssimas emoções. Graças, grande parte delas foram boas.

sábado, 21 de abril de 2018

Arsenè Wenger e o São Paulo


Arsenè Wenger e o São Paulo são dois "personagens" sem qualquer relação direta, mas com alguns fatos semelhantes.

Wenger foi um revolucionário no futebol inglês, em especial no Arsenal, clube que honrou por 22 anos como técnico, e comandou gerações vitoriosas, como a que faturou a Premier League de 2003/04, de forma invicta, com astros do porte de Jens Lehmann, Campbell, Ashley Cole, Patrick Vieira, Robert Pirès, Dennis Bergkamp, Thierry Henry, além dos brasileiros Gilberto Silva e Edu Gaspar.

O Tricolor, por sua vez, nos anos 90, era visto como um exemplo em gestão e conquistou muitos títulos, com um time que era base da Seleção Brasileira, formado por Zetti, Vitor, Válber, Ronaldão, Ronaldo Luis; Pintado, Raí, Toninho Cerezzo, Cafú; Müller e Palinha. O técnico era Telê Santana.

Wenger conseguiu estender o auge do sucesso dessa conquista inédita por anos, ao ponto de servir como referência até aos principais concorrentes, casos de Manchester United, City, Liverpool, Tottenham e Chelsea.

O mesmo ocorreu com o São Paulo. Todos queriam saber o grande segredo para se administrar um clube e, ao mesmo tempo, ganhar tudo o que disputava.

Este sucesso, no entanto, está estagnado desde 2008, quando a equipe foi Tricampeã do Campeonato Brasileiro, na Era Muricy Ramalho.

Wenger não está há tanto tempo sem conquistar um título com os Gunners, porém esse relacionamento duradouro e maduro, desde 1996, causa um desgaste, o que é natural.

No Morumbi, o jejum é incômodo. O clube deixou de ser referência administrativa e, para fugir de novos fracassos, remodelou a diretoria: trouxe Raí para ser o Executivo de Futebol, Ricardo Rocha e Diego Lugano para seus auxiliares diretos.

Dorival Junior, contratado na gestão anterior, caiu. Para o lugar dele foi contratado o uruguaio Diego Aguirre, indicado por Lugano.

Jogadores foram contratados a peso de ouro: casos de Diego Souza (Sport), Nenê (Vasco), o goleiro Jean (Bahia) e recentemente Éverton (Flamengo).

Destes, o que tem sido melhor aproveitado é Nenê.

Diego Souza, esquecido por Dorival e cogitado de modo eventual por Aguirre, pode ser emprestado ao Vasco, o que tem causado alguns questionamentos sobre o trabalho da nova diretoria.

O francês Arsenè Wenger, mesmo com o desgaste no relacionamento, é reverenciado pela torcida do Arsenal, que o respeita muito, e também pelos rivais, que destacam sua importância ao futebol inglês e à Premier League.

O São Paulo tem a missão de resgatar esse respeito, conquistado nas Eras Telê e Muricy. Tem condições e estrutura para isso. Até aqui, não surtiu o efeito esperado e o Tricolor caminha a um jejum que, tomara, não se iguale ao do Corinthians, que ficou 23 anos sem erguer uma taça e foi encerrado em 1977, com o gol de Basílio e o Campeonato Paulista.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Novos cartolas e o investimento na base


A base é o segredo de todo sucesso.

No futebol, quem ouviu falar do expressinho tricolor, certamente concordará com a afirmativa inicial deste texto.

E a razão é bem simples: clube que aposta em jovens valores e os conserva para galgar as diversas categorias, até chegar no profissional, faz com que o atleta crie identidade, seja parte fundamental de sua história e torna a agremiação conhecida mundo a fora.

Técnicos como Cilinho e Telê Santana são exemplos notórios de sucesso desta realidade do investir na base. Foi uma safra vitoriosa, sem dúvida, na qual a educação e a relação com a família foram prioridades.

Hoje, no entanto, a base a qual me refiro é outra.

Trata-se de jogadores que foram importantes, são lembrados e citados na história do futebol e agora ocupam papel de destaque, em meio aos cartolas.

O novo Diretor Executivo de Futebol do São Paulo, Raí, convidou o ex-zagueiro, campeão brasileiro em 1991 no Tricolor e do mundo com a Seleção Brasileira, em 1994, nos EUA, para ser o Coordenador de futebol. Um elo entre os jogadores e a diretoria.

Para tanto, Ricardo Rocha aposta em suas experiências como jogador, pelo mundo e na imprensa, onde atuou como comentarista na SporTV.

Por mais que ainda seja o início de tudo e que a Diretoria de Futebol tenha investido numa cara nova, para, futuramente, retomar a conquista de títulos, confesso que estou empolgado e bastante animado com este novo São Paulo.

E Ricardo Rocha, em sua primeira declaração, já deixou claro: "Antes de contratar, tem que pensar na base".

Genial!

Que Raí e o presidente do Tricolor, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco - então Diretor de Futebol no início dos anos 90, quando Ricardo Rocha foi contratado como reforço para a zaga são-paulina - também pensem assim.

Outro nome que tem ganho destaque nos bastidores para assumir um posto de confiança junto aos cartolas, é o ídolo uruguaio Diego Lugano.

(Isso sem falar em Rogério Ceni, não citado a nenhum cargo político até aqui, mas que não esconde, desde o tempo que ocupava as quatro linhas, o desejo de ser Presidente do time do Morumbi).

Torço, e muito, por essa nova safra de cartolas. Que ela siga exemplos vitoriosos, como Franz Beckenbauer, no Bayern München, da Alemanha, e evitem casos como o de Michel Platini, na UEFA, para o bem do futebol e de suas histórias.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Um Triênio à renovação dos clubes!


Neste final de ano, a cartolagem do futebol nacional também está em plena movimentação.

Clubes como Santos, Atlético-MG e São Paulo trocaram presidentes e/ou parte da Diretoria.

Com o intuito de fazer as respectivas equipes alcançarem um sucesso que desconhecem há, pelo menos, umas duas temporadas, os dirigentes apresentam novos planos, além de jogadores badalados, para atrair os torcedores, saudosos de grandes conquistas.

SANTOS
O economista José Carlos Peres, criador da ONG Santos Vivo, em 2000, foi eleito presidente do time da Baixada sob um clima de muita incerteza, com suspeita de irregularidade na contagem de votos, numa eleição com urnas na cidade litorânea e na capital paulista.

Seu principal objetivo, ainda que sem um Diretor de Futebol definido, é a manutenção de Ricardo Oliveira, grande ídolo da equipe da Vila.

ATLÉTICO-MG
Sérgio Sette Câmara, novo presidente do Atlético-MG, é advogado, responsável pelo escritório Sette Câmara, Corrêa e Bastos, um dos mais renomados no Estado das Minas Gerais.

Pertencente à situação, apoiado pelo prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil, Sette Câmara teve como um de seus primeiros atos anunciar Alexandre Gallo como Diretor de Futebol.

Gallo que  já fora jogador e treinador do time mineiro e, de cara, declarou como já definida a contraração de Arouca. Robinnho, por sua vez, é uma incógnita.

Outro nome anunciado por Sette Câmara foi o do Diretor de Administração e controle, Bebeto de Freitas, ex-jogador e treinador de vôlei, que foi manager do Galo em 1999 e 2001 e presidente do Botafogo, em 2003 e 2008.

Bebeto de Freitas que, vale lembrar, foi um dos que lutou pela Timemania, loteria esportiva criada com o objetivo de ajudar os clubes a pagar o que deve ao Governo Federal, mas, com o tempo, teve sua finalidade deturpada, devido às inúmeras modificações feita pela Bancada da Bola.

SÃO PAULO
Raí, capitão e camisa 10 do Tricolor Paulista nos anos 90, Bicampeão da Libertadores e campeão do Mundial de Clubes, é o novo Diretor de Futebol do São Paulo. 

Responsável pela Fundação Gol de Letra e com um curso de gestão organizado pela UEFA, Raí diz ter recebido carta branca do presidente Carlos Augusto Barros e Silva, o Leco.

Em sua primeira fala, o então Conselheiro Executivo deixou claro que aproveitará este final de ano para se inteirar daquilo que terá em mãos e quais ferramentas utilizará para ter o êxito esperado. 

Lucas Pratto fica. Hernanes continua a ser esperança de renovação. De especulações há muitas: Gustavo Scarpa, do Fluminense, e Diego Souza, do Sport, são exemplos.

Mas, é preciso calma!

Calma que não houve com Rogério Ceni.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Com carta branca, Raí assume Diretoria de Futebol


Raí, ídolo do São Paulo e da Seleção Brasileira nos anos 90, foi anunciado oficialmente, hoje pela manhã, como o novo Diretor Executivo de Futebol do Tricolor.

Pouco antes do pronunciamento do novo dirigente, no CT da Barra Funda, o presidente são-paulino, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, aproveitou para esclarecer que o Cruzeiro, de fato, o procurou para uma negociação que envolvia o atacante Lucas Pratto, mas a resposta foi não.

Quando questionado pelos jornalistas quanto ao que se pode esperar do São Paulo em 2018, Raí foi taxativo ao declarar que tem carta branca para tomar as decisões que julgar necessárias.

Então membro do Conselho Adminitrativo, o eterno camisa 10 do São Paulo aparentou tranquilidade e confiança para assumir este novo desafio.

Raí não é o primeiro caso de ex-jogador que foi ídolo em clube e Seleção e, ao final da carreira, optou por continuar a cooperar, mas nos bastidores. Franz Beckenbauer, Leonardo, Roberto Dinamite, Michel Platini, são alguns exemplos.

Beckenbauer e Leonardo alcançaram o sucesso, respectivamente, no Bayern München, da Alemanha, e no Milan, da Itália! Dinamite, no Vasco, e Platini, na UEFA, não foram tão bem assim.

Raí é uma nova história a ser escrita e contada.

Precisará de tempo para que isso seja feito do modo correto e que o São Paulo volte a lutar por títulos nacionais e internacionais.

Credibilidade, ele tem!

Que aproveite a oportunidade!

O São Paulo agradece!