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domingo, 14 de outubro de 2018

A surpreendente crise no futebol alemão

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Confesso estar perplexo, muito surpreso, mesmo, com o atual mau momento vivido pelo futebol alemão.

Quando na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, lembro de vislumbrar uma tenra paixão de toda uma nação, que venceu preconceitos, ideologias ultrapassadas, que os faziam parecer frios, intolerantes e nada hospitaleiros.

segunda-feira, 11 de junho de 2018

1990: A vingança alemã


1990 - País sede: Itália
Campeã: Alemanha
Placar da Final: Alemanha 1x0 Argentina

O elenco campeão: Illgner; Brehme, Augenthaler, Berthold (Reuter) e Kohler; Buchwald, Hassler e Matthäus; Littbarski, Vöeller e Klinsmann. Técnico: Franz Beckenbauer.

Para o Brasil, a Copa na Itália foi algo desastroso. Ficamos em 9º lugar e saímos logo nas Oitavas-de-final, após realizar uma primeira fase nada convincente, vencendo a Suécia por 2 a 1, a Costa Rica e a Escócia, por 1 a 0.

quinta-feira, 7 de junho de 2018

1974: Injusto? Quem prova? Cruyff perde, Beckenbauer leva!


1974 - País sede: Alemanha Ocidental
Campeã: Alemanha Ocidental
Placar da Final: Alemanha Ocidental 2x1 Holanda

O elenco campeão: Maier; Vogts, Breitner, Schwarzenbeck e Beckenbauer; Bonhof, Grabowski e Uli Hoeness; Gerd Muller, Overath e Holzenbein. Técnico: Helmut Schon.

Em 1974, o mundo parou para assistir a Holanda de Cruyff, Neeskens e Rensenbrink realizar uma de suas melhores campanhas em mundiais, até então. O vice-campeonato, no entanto, conquistado pela 'Laranja Mecânica' foi como o vice-campeonato húngaro em 54 - coincidentemente contra a Alemanha -, uma grande injustiça.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Novos cartolas e o investimento na base


A base é o segredo de todo sucesso.

No futebol, quem ouviu falar do expressinho tricolor, certamente concordará com a afirmativa inicial deste texto.

E a razão é bem simples: clube que aposta em jovens valores e os conserva para galgar as diversas categorias, até chegar no profissional, faz com que o atleta crie identidade, seja parte fundamental de sua história e torna a agremiação conhecida mundo a fora.

Técnicos como Cilinho e Telê Santana são exemplos notórios de sucesso desta realidade do investir na base. Foi uma safra vitoriosa, sem dúvida, na qual a educação e a relação com a família foram prioridades.

Hoje, no entanto, a base a qual me refiro é outra.

Trata-se de jogadores que foram importantes, são lembrados e citados na história do futebol e agora ocupam papel de destaque, em meio aos cartolas.

O novo Diretor Executivo de Futebol do São Paulo, Raí, convidou o ex-zagueiro, campeão brasileiro em 1991 no Tricolor e do mundo com a Seleção Brasileira, em 1994, nos EUA, para ser o Coordenador de futebol. Um elo entre os jogadores e a diretoria.

Para tanto, Ricardo Rocha aposta em suas experiências como jogador, pelo mundo e na imprensa, onde atuou como comentarista na SporTV.

Por mais que ainda seja o início de tudo e que a Diretoria de Futebol tenha investido numa cara nova, para, futuramente, retomar a conquista de títulos, confesso que estou empolgado e bastante animado com este novo São Paulo.

E Ricardo Rocha, em sua primeira declaração, já deixou claro: "Antes de contratar, tem que pensar na base".

Genial!

Que Raí e o presidente do Tricolor, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco - então Diretor de Futebol no início dos anos 90, quando Ricardo Rocha foi contratado como reforço para a zaga são-paulina - também pensem assim.

Outro nome que tem ganho destaque nos bastidores para assumir um posto de confiança junto aos cartolas, é o ídolo uruguaio Diego Lugano.

(Isso sem falar em Rogério Ceni, não citado a nenhum cargo político até aqui, mas que não esconde, desde o tempo que ocupava as quatro linhas, o desejo de ser Presidente do time do Morumbi).

Torço, e muito, por essa nova safra de cartolas. Que ela siga exemplos vitoriosos, como Franz Beckenbauer, no Bayern München, da Alemanha, e evitem casos como o de Michel Platini, na UEFA, para o bem do futebol e de suas histórias.

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

Com carta branca, Raí assume Diretoria de Futebol


Raí, ídolo do São Paulo e da Seleção Brasileira nos anos 90, foi anunciado oficialmente, hoje pela manhã, como o novo Diretor Executivo de Futebol do Tricolor.

Pouco antes do pronunciamento do novo dirigente, no CT da Barra Funda, o presidente são-paulino, Carlos Augusto de Barros e Silva, o Leco, aproveitou para esclarecer que o Cruzeiro, de fato, o procurou para uma negociação que envolvia o atacante Lucas Pratto, mas a resposta foi não.

Quando questionado pelos jornalistas quanto ao que se pode esperar do São Paulo em 2018, Raí foi taxativo ao declarar que tem carta branca para tomar as decisões que julgar necessárias.

Então membro do Conselho Adminitrativo, o eterno camisa 10 do São Paulo aparentou tranquilidade e confiança para assumir este novo desafio.

Raí não é o primeiro caso de ex-jogador que foi ídolo em clube e Seleção e, ao final da carreira, optou por continuar a cooperar, mas nos bastidores. Franz Beckenbauer, Leonardo, Roberto Dinamite, Michel Platini, são alguns exemplos.

Beckenbauer e Leonardo alcançaram o sucesso, respectivamente, no Bayern München, da Alemanha, e no Milan, da Itália! Dinamite, no Vasco, e Platini, na UEFA, não foram tão bem assim.

Raí é uma nova história a ser escrita e contada.

Precisará de tempo para que isso seja feito do modo correto e que o São Paulo volte a lutar por títulos nacionais e internacionais.

Credibilidade, ele tem!

Que aproveite a oportunidade!

O São Paulo agradece!