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No primeiro turno da Premier League, o placar de Chelsea e Manchester City foi o de 2 a 0, para os Blues, dia 8 de dezembro, no Stamford Bridge, em Londres.
Placar aceitável, normal, dentro de qualquer prognóstico.
Hoje, no entanto, essa regra falhou e o inesperado ganhou destaque no noticiário, em razão do massacre imposto pelo City: 6 a 0, no Etihad Stadium.
O primeiro tempo foi um nocaute tático de Pep Guardiola em Maurizio Sarri. Bastaram 21 minutos para o placar registrar 4 a 0, com dois gols de Agüero, que ainda perdeu um gol feito - com total liberdade para estufar as redes -, Sterling e Gündoģan.
Os Citizens pareciam uma máquina incansável de marcar gols.
Já na etapa final, mesmo ao administrar o resultado, o City ainda fez mais dois gols, com Agüero, de pênalti, e Sterling.
O Chelsea, que durante todo o primeiro tempo, esteve abatido, sem poder de reação, não teve forças para tentar nada que pudesse causar algum incômodo ao time da casa.
Placares elásticos, inesperados, surpreendentes também fazem parte do jogo.
Uma vez ou outra acontece.
É quase que inevitável!
O que não pode, porém, é perder a elegância.
Maurizio Sarri perdeu, ao deixar Guardiola no vácuo e não cumprimentá-lo ao final do confronto.
Pegou mal, muito mal!

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