quinta-feira, 28 de fevereiro de 2019

Em jogo sonolento, Galo se garante na fase de grupos da Libertadores

Ercílio / Arquivo pessoal
Nesta quarta-feira, no Independência, em Belo Horizonte, o Atlético Mineiro teve tudo para meter uma sacola de gols no Defensor, do Uruguai, na chamada Pré-Libertadores.

Durante o primeiro tempo, o Galo foi soberano, com um Cazares em noite de gala e chute certeiro que carimbou a trave adversária.

Além de Cazares, quem muito contribuiu, foi o criticado Patric, que, constantemente ia à linha de fundo, no apoio ao ataque.

Ricardo Oliveira, ao contrário, estava apagado em campo, quase não finalizou a gol.

Como o alvinegro mineiro tinha a vantagem de ter vencido o primeiro jogo por 2 a 0, o empate sem gols, apesar de sonolento, era suficiente para garantir o time de Levir Culpi na fase de Grupos da Libertadores.

Aos 56 minutos, José Welison foi expulso de campo, ao cometer falta desnecessária e já ter levado o amarelo, aos 44.

É verdade que o Galo atingiu o objetivo da classificação, mas, caso queira ir mais além, não poderá aceitar expulsões como esta, e precisará jogar mais, muito mais.

A Libertadores é por si só uma competição muito complicada, não apenas pela dificuldade no superar alguns dos rivais mais tradicionais, como o Boca Júniors, da Argentina, mas também pelas pataquadas que a Conmebol realiza, com ou sem ajuda de terceiros.

A confusão sobre a irregularidade na inscrição dos jogadores de 21 clubes, sendo 8 brasileiros, é um bom exemplo.

O Galo foi notificado que terá de arcar com uma multa, mas, em nota oficial, respondeu com estilo:

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