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| Manchester Evining |
Na tribuna de honra, personalidades históricas e importantes, como o ex-técnico dos Reds Devils, Sir Alex Ferguson, o ex-zagueiro dos Blues, John Terry, e o atual treinador do English Team, Gareth Southgate, deram brilho ao espetáculo.
Dentro de campo, o Chelsea ditava as regras, tinha o controle da bola, o domínio territorial e, vez ou outra, causava alguma preocupação à zaga do United, que teve Sérgio Romero no gol, ao invés de David de Gea.
A equipe treinada pelo norueguês Solskjaer, que, em 12 partidas perdeu apenas uma, viveu de lances isolados, ocasionados pela velocidade e agilidade de raciocínio no contra ataque.
Paul Pogba, dada as circunstâncias, foi o grande nome do jogo, ao dar a assistência para o gol do espanhol Ander Herrera, de cabeça, aos 31 minutos, e ao fazer um golaço, de peixinho, aos 45, em jogada de Marcus Rashford, pela esquerda, como se fosse um lateral de origem.
A torcida do Manchester, enlouquecida, fazia a festa nas arquibancadas e cantava "You are my sunshine", do compositor norte-americano Johnny Cash.
Na etapa final, o time de Londres foi muito mais ao ataque, na busca de um empate, que levaria a decisão para a prorrogação ou, quem sabe, aos pênaltis.
Essa busca incessante ao gol causou também no aumento das faltas. E a torcida do Chelsea, que vaiou o time ao final do primeiro tempo, ficou indignada com o árbitro Kevin Friend, que já havia exibido o cartão amarelo para o meia sérvio Matić, e não o expulsou de campo ao cometer uma falta em Eden Hazard, há poucos passos da grande área.
Da metade para o final do segundo tempo, o Manchester United administrou a situação como deu.
A torcida vermelha, em polvorosa, e orgulhosa com a classificação conquistada fora de seus domínios, provocou a rival, com a "sutil" sugestão de trazer novamente José Mourinho.
Nas Quartas-de-Final, o adversário do United será um velho conhecido: o Manchester City, de Pep Guardiola.
Jogaço de fazer parar a Inglaterra e a Rainha acompanhar cada detalhe na tribuna!
Na etapa final, o time de Londres foi muito mais ao ataque, na busca de um empate, que levaria a decisão para a prorrogação ou, quem sabe, aos pênaltis.
Essa busca incessante ao gol causou também no aumento das faltas. E a torcida do Chelsea, que vaiou o time ao final do primeiro tempo, ficou indignada com o árbitro Kevin Friend, que já havia exibido o cartão amarelo para o meia sérvio Matić, e não o expulsou de campo ao cometer uma falta em Eden Hazard, há poucos passos da grande área.
Da metade para o final do segundo tempo, o Manchester United administrou a situação como deu.
A torcida vermelha, em polvorosa, e orgulhosa com a classificação conquistada fora de seus domínios, provocou a rival, com a "sutil" sugestão de trazer novamente José Mourinho.
Nas Quartas-de-Final, o adversário do United será um velho conhecido: o Manchester City, de Pep Guardiola.
Jogaço de fazer parar a Inglaterra e a Rainha acompanhar cada detalhe na tribuna!

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