segunda-feira, 6 de maio de 2019

Ao meu amigo de sempre: Você!

A mente é maravilhosa
Há quem ache que a vida de um comentarista esportivo é moleza, algo a ser feito por qualquer um. Não é bem assim que as coisas são.

Uma análise equivocada, sem argumentos suficientes para mantê-la pode render protestos bem ou mau humorados, memes nas redes sociais, além de servir como pretexto para puxar conversa com alguém no trabalho, em casa, onde estiver.

Basta perguntar: "Você viu o que aquele cara falou? É um absurdo!" Pronto! O pontapé inicial para o julgamento foi mais do que dado.

Se não houver coerência, então, a situação fica pior ainda.

Você sustenta uma opinião - seja por convicção ou teimosia - e a apresenta aos poucos, em doses homeopáticas, ao ponto de deixar aquele interesse de quem o acompanha em querer saber mais, ou se aposenta.

O que muitos não sabem ou imaginam é que para alguns, o ser comentarista esportivo é um ideal de vida, um objetivo traçado há anos e que raramente é reconhecido.

Quando os que hoje aparecem nos canais pagos, nas rádios, internet e periódicos e emitem uma opinião que seja, há quem pense: ganha tanto pra falar isso?

Segredo: nem todos ganham muito.

Sou de uma geração que conheceu um pouco do que restou de bom futebol no Brasil e que, por isso, fica chocada e temerosa com o rumo que é tomado por garotos pop-stars, que não encaram a vida de frente e não sabem como lutar pelo o que quer e acredita.

Amo o que faço e sei pra quem escrevo. É para você, que lê estas linhas e me acompanha nestes quase 3 anos, neste Toque de classe.

Minha maior alegria é escrever, dividir minhas opiniões sobre temas diversos, além do futebol, como, por exemplo, na greve dos caminhoneiros.

Muito obrigado por estar aqui!

Você é mais que um simples leitor!

É um importante cidadão brasileiro, com opinião e que sabe o que quer!

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