terça-feira, 25 de junho de 2019

Rumo à redenção no Mineirão

Gazeta Esportiva
Ontem, com a definição dos confrontos das Quartas-de-Final da Copa América, me atrevi a fazer uma breve simulação do que poderá acontecer com as seleções envolvidas, até a grande final.

No que tange à Seleção Brasileira, o caminho a ser percorrido não será dos mais fáceis, se levarmos em conta os duelos épicos em edições anteriores, contra adversários como Paraguai, Argentina e Uruguai.

Os paraguaios, que nos enfrentarão na quinta, em Porto Alegre, na Arena Grêmio, foram nossos grandes algozes, por exemplo, em 2015, no Chile, quando empataram no tempo normal em 1 a 1 e, nas penalidades, ganharam por 4 a 3.

Curiosamente ou não, o adversário do Paraguai na semifinal foi a Argentina, que, à época, superou a Colômbia, também nos pênaltis, por 5 a 4, depois de um zero a zero.

Caso aconteça, o encontro entre Brasil e Argentina terá como palco o Mineirão, estádio em que o escrete canário jogou contra a Alemanha, na Copa do Mundo de 2014, e sofreu uma goleada humilhante de 7 a 1, nas Quartas-de-Final.

Ao invés de Miroslav Klose, a nossa zaga terá de marcar Lionel Messi, um gênio da raça.

Na final, outro rival de peso em um cenário marcante: o Uruguai, de Cavani e Suárez, no Maracanã, em que a celeste olímpica ficou com a Copa do Mundo de 50, graças à determinação de Obdúlio Varela, que, como capitão, soube motivar todo o grupo na vitória por 2 a 1.

Tomara que não soframos diante do Paraguai, da Argentina e do Uruguai este ano.

Que a Seleção de Tite possa desempenhar o melhor futebol, como contra o Peru, e não o pior, como ocorreu diante da Bolívia e da Venezuela, com direito a vaias.

Temos tudo para nos portarmos de uma forma diferente, com garra, vontade e disposição.

Que o Brasil seja Brasil, o de verdade!

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