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Para dois clubes que se equivalem, foi um resultado normal, que em nada garante a classificação à final.
Ao menos, era essa a ideia que passava na mente do torcedor mais otimista.
Duas horas antes do confronto decisivo no Maracanã, a escalação do Flamengo é divulgada com as presenças de Arrascaeta e Rafinha, que se recuperam de contusão e claramente foram a campo no sacrifício.
Um sacrifício que valeu a pena, diga-se.
O primeiro tempo foi, como em Porto Alegre, equilibrado, com algumas poucas oportunidades para o Tricolor Gaúcho e o Flamengo mais ousado, com toque de bola refinado, ágil, mas sem o sucesso absoluto, por uma preciptação no chamado último passe.
A pequena, mas evidente superioridade Rubronegra foi evidenciada com o gol de Bruno Henrique, aos 43 minutos.
Na etapa final, com a vangagem de 2 a 1 no placar agregado, o Flamengo não quis saber de recuar, prender o jogo e esperar pelo Grêmio.
Gabigol, de modo impiedoso, fez dois gols, aos 47' e 56', sendo que o último de pênalti.
E o Flamengo não quis parar nos 3 a 0.
Aí foi a vez da dupla de zaga: Pablo Marí, aos 67' e Rodrigo Caio, aos 71', sentenciaram os 5 a 0, para grande festa e euforia de uma torcida que há muito não chegava à uma final de Libertadores.
O adversário será o River Plate, em jogo único, no dia 23 de novembro, no estádio Nacional, em Santiago, no Chile.
Terreno neutro para um clássico entre brasileiros e argentinos.
Fosse em dois jogos, um em cada país, arriscaria dizer que a taça ficaria no Rio de Janeiro, e com sobras, uma vez que o River Plate exibe um futebol envolvente, mas não é letal como o da equipe Rubronegra.
Como a decisão é única e acontece de tudo quando Brasil e Argentina se encontra, prefiro aguardar pelo apito final para emitir qualquer comentário a respeito.
Aguardemos!
Que baile!

O Grêmio não viu a cor da bola amigo!
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