quarta-feira, 11 de abril de 2018

Real Madrid classifica com pênalti polêmico e garante equilíbrio entre Nações na Champions


Ontem, no Olímpico de Roma, o poderoso Barcelona, de Lionel Messi, caiu diante dos romanos, com um impiedoso - mas merecido - 3 a 0.

Hoje, no Santiago Bernabéu, o Real Madrid, com Cristiano Ronaldo, enfrentou a tradicionalíssima Juventus, de Gianluigi Buffon, que ganhava de 3 a 0, até os 90 minutos, quando o time merengue teve um pênalti marcado a seu favor.

Até esse momento crucial para a Vecchia Signora, a realidade do jogo era a seguinte: o Real Madrid, que havia ganho em Turim, por 3 a 0, estava irreconhecível. Não criava, não chutava a gol e Cristiano Ronaldo, a exemplo de Messi diante do Roma, parecia nem ter entrado em campo.

A Juve, valente, aguerrida, pressionou, lutou e fez os 3 a 0 que levaria a decisão para a semifinal à prorrogação.

Buffon era o grande nome do jogo, com poucas, mas decisivas defesas.

Indignado que ficou com a penalidade - de fato inexistente -, o goleiro da Azzurra foi expulso pelo árbitro inglês.

Na cobrança, Cristiano Ronaldo mandou uma bomba, no ângulo da meta, agora defendida pelo polonês Wojciech Szczesny (Alguém sabe a pronúncia correta?).

O placar de 3 a 1, aos 98 minutos de jogo, classificou o Real para a semifinal da Liga dos Campeões, junto com Roma, Liverpool e Bayern München.

Bayern, que ficou num surpreendente 0 a 0 com o Sevilla, no Allianz Arena, e se garantiu com os 2 a 1 em território espanhol.

Agora, ficou um equilíbrio evidente entre as nações mais fortes do futebol europeu: Inglaterra (Liverpool), Espanha (Real Madrid), Alemanha (Bayern München) e Itália (Roma).

Itália, que não estará na Copa do Mundo, na Rússia, mas revela sua vontade de ressurgir das cinzas, em tempos de muitas críticas, como a realizada pelo ex-técnico, hoje comentarista, Fábio Capello, que afirma que o futebol italiano atual é medíocre.

Não concordo com os dizeres dele.

Acredito, sim, que é um futebol mal administrado, como o nosso, e colhe os frutos por isso.

Medíocre é um exagero!

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