A equipe do Roma foi heroica.
Em casa, no estádio OlÃmpico, venceu, com méritos, o Liverpool, de Jürgen Klopp, que até então não sabia o que era derrota na Liga dos Campeões.
O placar foi o de 4 a 2, de virada, num jogo em que houve de tudo.
Como, no Anfield, o Liverpool goleou por 5 a 2, os romanos entraram em campo nesta tarde com a missão de superar o rival, com 3 gols de vantagem.
Que a tarefa não era fácil, todos sabiam, mas, não custava ter um mÃnimo de esperança em um time que eliminou o poderoso Barcelona, de Lionel Messi, em situação parecida.
O primeiro gol do jogo saiu aos 9 minutos, com uma saÃda de bola errada de Nainggolan, com Roberto Firmino, que serviu o senegalês, Sadio Mané, para estufar as redes.
O empate romano aconteceu com o gol contra de Milner.
O primeiro tempo terminou em 2 a 1 para o time inglês, gol de Wijnaldum.
Já nos últimos 45 minutos de jogo, o domÃnio foi todo italiano.
Džeko, aos 6 minutos, deixou tudo igual.
Pouco depois, foi a vez do zagueiro Arnold viver momento de Loris Karius ao, literalmente, defender um chute com as mãos, ignorado pela arbitragem.
Era lance para cartão vermelho e pênalti.
Mohamed Salah, a exemplo do que ocorreu com Cristiano Ronaldo, nos jogos com o Bayern München, ficou no anonimato.
Quanto a Nainggolan, que atuou como garçom do Liverpool no inÃcio da partida, tratou de se redimir ao fazer um golaço, em chute de fora da área, e outro, de pênalti, aos 94 minutos.
Jogaço!
Uma pena que, no agregado, o Liverpool levou a melhor, por 7 a 6.
Digo isso, não por ter sido contra a classificação do Liverpool, mas, pelo fato de haver uma "cota de merecimento" aos romanos, pela luta, raça e dedicação.
Feito reconhecido pelos 61.889 torcedores, que lotaram o OlÃmpico di Roma, e aplaudiram seus jogadores.
Agora é um só jogo, uma final em Kiev, na Ucrânia, dia 26 de maio, entre Real Madrid e Liverpool.
Encontro de Mohamed Salah e Cristiano Ronaldo!
Arrisca o palpite?
Em casa, no estádio OlÃmpico, venceu, com méritos, o Liverpool, de Jürgen Klopp, que até então não sabia o que era derrota na Liga dos Campeões.
O placar foi o de 4 a 2, de virada, num jogo em que houve de tudo.
Como, no Anfield, o Liverpool goleou por 5 a 2, os romanos entraram em campo nesta tarde com a missão de superar o rival, com 3 gols de vantagem.
Que a tarefa não era fácil, todos sabiam, mas, não custava ter um mÃnimo de esperança em um time que eliminou o poderoso Barcelona, de Lionel Messi, em situação parecida.
O primeiro gol do jogo saiu aos 9 minutos, com uma saÃda de bola errada de Nainggolan, com Roberto Firmino, que serviu o senegalês, Sadio Mané, para estufar as redes.
O empate romano aconteceu com o gol contra de Milner.
O primeiro tempo terminou em 2 a 1 para o time inglês, gol de Wijnaldum.
Já nos últimos 45 minutos de jogo, o domÃnio foi todo italiano.
Džeko, aos 6 minutos, deixou tudo igual.
Pouco depois, foi a vez do zagueiro Arnold viver momento de Loris Karius ao, literalmente, defender um chute com as mãos, ignorado pela arbitragem.
Era lance para cartão vermelho e pênalti.
Mohamed Salah, a exemplo do que ocorreu com Cristiano Ronaldo, nos jogos com o Bayern München, ficou no anonimato.
Quanto a Nainggolan, que atuou como garçom do Liverpool no inÃcio da partida, tratou de se redimir ao fazer um golaço, em chute de fora da área, e outro, de pênalti, aos 94 minutos.
Jogaço!
Uma pena que, no agregado, o Liverpool levou a melhor, por 7 a 6.
Digo isso, não por ter sido contra a classificação do Liverpool, mas, pelo fato de haver uma "cota de merecimento" aos romanos, pela luta, raça e dedicação.
Feito reconhecido pelos 61.889 torcedores, que lotaram o OlÃmpico di Roma, e aplaudiram seus jogadores.
Agora é um só jogo, uma final em Kiev, na Ucrânia, dia 26 de maio, entre Real Madrid e Liverpool.
Encontro de Mohamed Salah e Cristiano Ronaldo!
Arrisca o palpite?

Q jogo, hein! Apesar da enormidade de gols nos dois jogos, na minha opinião so prova o qt as duas equipes são desiquilibradas em quanto time... Diferentemente do Real Madrid.... Por isso creio q os espanhóis não terão tanto trabalho para superar os ingleses na final e levantar mais uma vez o tÃtulo mais importante da Europa.
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